Este vinho branco nasce como homenagem a Armindo de Sousa Pereira, responsável por dar nova vida ao histórico Vinho dos Mortos, uma tradição familiar da Casa Sousa (1792) preservada desde o período das invasões francesas em Portugal.
“Mindo”, como era carinhosamente conhecido, costumava dizer: “O Vinho dos Mortos alegra os vivos.” Dessa inspiração surge Alegria dos Vivos, como a face complementar deste legado. Se o Vinho dos Mortos representa memória e resiliência, este vinho simboliza celebração e vitalidade.
Produzido a partir de vinhas velhas de Trás-os-Montes, carrega consigo a alegria, a história e a alma de uma região onde a tradição continua viva em cada garrafa.






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